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	<title>CyberSociedade</title>
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	<description>Um site sobre a sociedade do século XXI</description>
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		<title>SOPA, PIPA, AI-5 Digital e a Liberdade Final</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 00:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe R.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciberativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cybersociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano de 2012 começou histórico para a internet. Já a algum tempo neste mesmo site alertamos contra um projeto conhecido no Brasil como AI-5 Digital. Para os mais novos, o termo &#8220;AI-5&#8243; faz referência ao Ato Institucional de número 5 que oficializou a Ditadura no Brasil, em 1968. O projeto batizado de AI-5 Digital [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_473" class="wp-caption alignright" style="width: 156px"><a  href="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2012/01/megaupload-fora-do-ar.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-472" title="Sopa, Pipa, Megaupload e a Liberdade"><img class=" wp-image-473" title="Sopa, Pipa, Megaupload e a Liberdade" src="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2012/01/megaupload-fora-do-ar-300x285.jpg" alt="Sopa, Pipa, Megaupload e a Liberdade" width="146" height="138" /></a><p class="wp-caption-text">Nova forma de domínio - Impedir o acesso livre ao conhecimento</p></div>
<p>O ano de 2012 começou histórico para a internet. Já a algum tempo neste mesmo site alertamos contra um projeto conhecido no Brasil como <a  href="http://www.cybersociedade.com.br/contra-o-ai-5-digital-a-nova-ditadura/" target="_blank">AI-5 Digital</a>. Para os mais novos, o termo &#8220;AI-5&#8243; faz referência ao Ato Institucional de número 5 que oficializou a Ditadura no Brasil, em 1968. O projeto batizado de <strong>AI-5 Digital</strong> tem esse propósito, aqui no Brasil.</p>
<p>Mas no Brasil ele ainda não foi aprovado. Entretando, nos EUA, dois projetos, o <strong>SOPA</strong> (Stop Online Piracy Act) e o <strong>PIPA</strong> (Protect Intellectual Property Act) estiveram prestes a ser aprovados. O que esses projetos fazem: basicamente, destroem a internet da forma que conhecemos hoje. Veja o vídeo abaixo, que explica o que faz o PIPA, se aprovado:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/K3ORTCseHD8" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>Diante da iminência do fim da internet, diversos grandes sites, como a Wikipedia, Google, WordPress e outros, fizeram um protesto online, alguns saindo do ar por um dia, como a Wikipedia, outros colocando imagens de repúdio. <a  href="http://www1.folha.uol.com.br/tec/1037148-projetos-de-lei-antipirataria-sao-adiados-indefinidamente.shtml" target="_blank">Adiaram a votação dos projetos</a>. Mas eles ainda existe e podem ser aprovados, se não continuarmos de olho.</p>
<h3>E porque o Megaupload saiu do ar?</h3>
<div id="attachment_475" class="wp-caption alignright" style="width: 183px"><a  href="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2012/01/sopahashtag.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-472" title="Stop SOPA"><img class=" wp-image-475" title="Stop SOPA" src="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2012/01/sopahashtag-300x203.jpg" alt="Stop SOPA" width="173" height="117" /></a><p class="wp-caption-text">Stop SOPA</p></div>
<p>Os criadores do Megaupload foram presos. Não por causa do SOPA, PIPA ou AI-5 Digital. Mas dão uma boa idéia de como será as coisas, se esses projetos forem aprovados. O mais interessante é que o criador do Megaupload não é americano, e não estava nos EUA. Ou seja: a polícia americana prendeu um cidadão que não é americano fora dos EUA. É como se o FBI prendesse um brasileiro enquanto este está no Japão, por infringir leis americanas. Foi o que aconteceu. Se hoje já é assim, <a  href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2012/01/20/criador-da-world-wide-web-diz-que-sopa-e-pipa-violam-direitos-humanos/" target="_blank">imagina como será </a>quando projetos como o SOPA, PIPA e outros, como o AI-5 digital e projetos independentes que diversos países propoem forem aprovados?</p>
<h3>A onda de ataques Hackers</h3>
<p>Diante dos diversos protestos contra o SOPA e PIPA, e diante do fato de o megaupload ter sido fechado, o grupo de hackers conhecido como Anonymous derrubou diversos sites institucionais americanos como represália. E continuará agindo para alertar que o que eles querem propor é um crime contra a liberdade, contra a verdadeira democracia. Alguns afirmam que devemos lutar sem o uso de ações hackers, mas será que quando a opressão é absurda, a ponto da quase instauração de uma polícia internacional americana, o uso da força e inteligência hacker não deve entrar em ação?</p>
<p>Será que devemos lugar pela liberdade apenas assistindo ela ir embora, momento a momento?</p>
<p>Acredito que não.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Transhumanismo &#8211; Seremos escravos da tecnologia?</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 18:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe R.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cybersociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[O Transhumanismo é a tese que defende que a espécie humana se deve desenvolver a níveis maiores, seja fisicamente, mentalmente ou socialmente, usando métodos racionais e através do grande avanço tecnológico e científico. A premissa principal do transhumanismo é que somos biologicamente limitados, mas podemos ultrapassar esses limites biológicos, expandindo-os, através do uso das mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_469" class="wp-caption alignright" style="width: 166px"><a  href="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2012/01/transhumanismo.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-468" title="Transhumanismos - Cada vez mais livres, ou cada vez mais escravizados?"><img class=" wp-image-469" title="Transhumanismos - Cada vez mais livres, ou cada vez mais escravizados?" src="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2012/01/transhumanismo-300x225.jpg" alt="Transhumanismos - Cada vez mais livres, ou cada vez mais escravizados?" width="156" height="117" /></a><p class="wp-caption-text">Transhumanismos - Cada vez mais livres, ou cada vez mais escravizados?</p></div>
<p>O <a  href="http://www.transhumanism.org/index.php/WTA/more/transhumanist-values/" target="_blank">Transhumanismo</a> é a tese que defende que a espécie humana se deve desenvolver a níveis maiores, seja fisicamente, mentalmente ou socialmente, usando métodos racionais e através do grande avanço tecnológico e científico. A premissa principal do transhumanismo é que somos biologicamente limitados, mas podemos ultrapassar esses limites biológicos, expandindo-os, através do uso das mais diversas tecnologias.</p>
<p>Um dos principais defensores do Transhumanismo é o filósofo <a  href="http://www.nickbostrom.com/" target="_blank">Nick Bostrom</a>, da Universidade de Oxford.</p>
<p>O vídeo abaixo é um bom exemplo de um mundo transhumanista:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/pkHvs1OrBLU" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>Claro, diversas questões morais podem ser levantadas. Hoje sabe-se que é possível controlar a tecnologia acoplada a nós, como uma prótese, através da emissão de sinais eletricos do cérebro para a tecnologia. Mas o caminho inverso também ocorre: a tecnologia pode enviar sinais eletricos diretamente para o nosso cérebro. Até que ponto uma empresa poderá controlar à distância a sua prótese, e assim, indiretamente, o nosso cérebro?</p>
<p>O vídeo abaixo mostra o <strong>caos</strong> de um mundo transhumanista, onde só há uma empresa e muito interesse político em jogo:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/akaos1U8Rto" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>Será que devemos prosseguir as pesquisas e avanços científicos que nos levam a uma cybersociedade, a um mundo transhumanista, ou devemos dar um basta nos avanços tecnológicos, em busca da mais simples humanidade biológica?</p>
<p>obs: Ambos os vídeos fazem parte da divulgação do jogo <a  href="http://deusex.com/" target="_blank">Deus Ex</a>.</p>
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		<title>Fraudes em Postos de Gasolina &#8211; Como resolver esse problema?</title>
		<link>http://www.cybersociedade.com.br/fraudes-em-postos-de-gasolina-como-resolver-esse-problema/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 17:58:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe R.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O programa Fantástico do dia 08 de Janeiro de 2012 apresentou uma reportagem investigativa muito boa, denunciando a fraude que é feita na bomba dos postos de gasolina. Basicamente, a fraude é realizada adulterando a placa-mãe da bomba de gasolina, e inserindo nela um radio-trasmissor que, quando ativado através de um simples controle remoto, faz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_463" class="wp-caption alignright" style="width: 208px"><a  href="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fraude-postos-de-gasolina.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-462" title="Reportagem denunciou a fraude em postos de combustível"><img class=" wp-image-463" title="Reportagem denunciou a fraude em postos de combustível" src="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fraude-postos-de-gasolina-300x225.jpg" alt="Reportagem denunciou a fraude em postos de combustível" width="198" height="148" /></a><p class="wp-caption-text">Reportagem denunciou a fraude em postos de combustível</p></div>
<p>O programa Fantástico do dia 08 de Janeiro de 2012 apresentou uma reportagem investigativa muito boa, denunciando a fraude que é feita na bomba dos postos de gasolina. Basicamente, a fraude é realizada adulterando a placa-mãe da bomba de gasolina, e inserindo nela um radio-trasmissor que, quando ativado através de um simples controle remoto, faz com que o volume de gasolina que sai da bomba seja menor do que o volume comprado. O consumidor não tem como saber que está sendo roubado, visto que os marcadores digitais da bomba marcam corretamente.</p>
<p>O interessante é que a tecnologia utilizada nesta fraude existe no mercado a mais de 20 anos. O que nos faz pensar: A quanto tempo estamos sendo roubados dessa forma, sem que ninguém saiba? Como é possível resolver esse problema?</p>
<p>Uma possível solução seria um marcador digital nos veículos. Um que dissesse exatamente quanto de combustível está sendo colocado. Para o consumidor, essa parece ser a única forma de se prevenir.</p>
<p>Será que existe outra maneira de nos proteger de fraudes deste tipo? O que acha disso?</p>
<p>Assista a reportagem completa abaixo.</p>
<p><object width="480" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=1759836&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=360" /><param name="src" value="http://s.videos.globo.com/p2/player.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="flashvars" value="midiaId=1759836&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=360" /><embed width="480" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://s.videos.globo.com/p2/player.swf" allowFullScreen="true" quality="high" FlashVars="midiaId=1759836&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=360" allowfullscreen="true" flashvars="midiaId=1759836&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=360" /></object></p>
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		<title>Redes sociais avaliando a qualidade das Cidades</title>
		<link>http://www.cybersociedade.com.br/redes-sociais-avaliando-a-qualidade-das-cidades/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 13:17:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe R.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciberativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cybersociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Governo 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[As redes sociais estão cada vez mais sendo utilizadas como ferramenta para mobilizações sociais e questões públicas. Com o objetivo de levar a opinião dos cidadãos aos gestores das cidades, foi criada a My Fun City, a primeira rede social privada de interesse público do Brasil. A nova rede cria uma forma de participação política e cívica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_455" class="wp-caption alignright" style="width: 258px"><a  href="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Myfuncity.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-454" title="My Fun City - Plataforma possibilitará gestão pública por meio da tecnologia digital das redes sociais, permitindo que os cidadãos avaliem a qualidade das cidades a partir de 12 indicadores relacionados ao trânsito, segurança, meio ambiente, bem-estar, saúde e educação"><img class="size-medium wp-image-455" title="My Fun City - Plataforma possibilitará gestão pública por meio da tecnologia digital das redes sociais, permitindo que os cidadãos avaliem a qualidade das cidades a partir de 12 indicadores relacionados ao trânsito, segurança, meio ambiente, bem-estar, saúde e educação" src="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Myfuncity-300x225.jpg" alt="My Fun City - Plataforma possibilitará gestão pública por meio da tecnologia digital das redes sociais, permitindo que os cidadãos avaliem a qualidade das cidades a partir de 12 indicadores relacionados ao trânsito, segurança, meio ambiente, bem-estar, saúde e educação" width="248" height="186" /></a><p class="wp-caption-text">My Fun City - Plataforma permitirá que os cidadãos avaliem a qualidade das cidades a partir de 12 indicadores relacionados ao trânsito, segurança, meio ambiente, bem-estar, saúde e educação</p></div>
<p>As <strong><a  href="http://exame.com/topicos/redes-sociais">redes sociais</a></strong> estão cada vez mais sendo utilizadas como ferramenta para mobilizações sociais e questões públicas. Com o objetivo de levar a opinião dos cidadãos aos gestores das cidades, foi criada a <a  href="http://www.myfuncity.org/" target="_blank">My Fun City</a>, a primeira rede social privada de interesse público do Brasil.</p>
<p>A nova rede cria uma forma de participação política e cívica a partir de blogs, sites e redes sociais ou outros meios que a internet propicie. “Depois do Brasil, o Myfuncity será lançado nos Estados Unidos e na Europa. Em todos os países, a ferramenta conta com o apoio do Facebook”, afirma Mauro Motoryn presidente do Myfuncity e um dos idealizadores da rede.</p>
<p>A plataforma possibilitará gestão pública por meio da tecnologia digital das redes sociais, permitindo que os cidadãos avaliem a qualidade das cidades a partir de 12 indicadores relacionados ao trânsito, segurança, meio ambiente, bem-estar, saúde e educação.</p>
<p>Veja o vídeo da rede <strong>My Fun City</strong>:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/u74Xn5fGYAQ" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>Cada um dos indicadores do Myfuncity será classificado pelo usuário numa escala de 0 a 10. Um banco de dados abrigará essas opiniões, com um mapa preciso sobre a satisfação da população quanto aos serviços públicos que uma determinada cidade ou região oferece.</p>
<p>O usuário do Myfuncity poderá avaliar, por meio do Facebook e Orkut, ou nas versões para iPhone e iPad, baixando gratuitamente pela Apple App Store. No Facebook e no Orkut, o Myfuncity também permitirá interação entre os usuários, possibilitando convidar amigos, enviar mensagens e comentários, curtir e enviar fotos. Também será possível fazer check-ins, opinando sobre as regiões da cidade e, simultaneamente, ter acesso aos dados postados no Facebook, no Orkut e no Twitter. Em um segundo momento, serão disponibilizadas versões para Android, Blackberry e outros.</p>
<p>Para o presidente do Myfuncity, Mauro Motoryn, as redes sociais ampliam o poder de cada cidadão de colaborar com a transformação da sua cidade. “A internet tem um poder transformacional para as grandes e pequenas causas, pois conecta milhares de cidadãos que compartilham opiniões e sugestões e que querem contribuir eficazmente para mudar a cidade onde moram”, afirma.</p>
<p>Até o final do primeiro semestre de 2012, o Myfuncity pretende reunir cerca de 10 milhões de usuários no Brasil e 50 milhões de usuários no mundo. A nova rede social possibilita que um cidadão ativo participe na vida da comunidade, a fim de ajudar a moldar o futuro de determinada região. “É uma plataforma capaz de nortear, por meio da colaboração dos usuários, as ações para tornar a cidade um lugar melhor de se viver”, destaca Motoryn.</p>
<p>No Brasil, o “Myfuncity-Cidades Sustentáveis” já nasce com a parceria estratégica de mais de 700 entidades, por meio da Rede Nossa São Paulo, Rede Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis, Cidade Escola Aprendiz, Catraca Livre e Museu da Pessoa.</p>
<p>A parceria estratégica com a Rede Nossa São Paulo, por exemplo, vai permitir que os dados do “Myfuncity-Cidades Sustentáveis” sejam avaliados, processados e disponibilizados para os gestores públicos, a sociedade e a mídia a acompanharem, dia a dia, as sugestões e reclamações da população.</p>
<p>Apartidária e inter-religiosa, a Rede Nossa São Paulo, tem por missão mobilizar diversos segmentos da sociedade para, em parceria com instituições públicas e privadas, construir e se comprometer com uma agenda e um conjunto de metas, articular e promover ações, visando uma cidade de São Paulo justa e sustentável.</p>
<p>A Rede terá acesso aos dados do Myfuncity para incentivar os políticos a promoverem uma gestão pública voltada para o desenvolvimento justo e sustentável nas cidades. “Só teremos cidades sustentáveis com qualidade de vida para todos se tivermos a participação permanente dos cidadãos”, afirma Oded Grajew, coordenador geral da Rede Nossa São Paulo.</p>
<p>A principal característica é que serão gerados relatórios de dados diferenciados para cada região, seja no Brasil ou em qualquer cidade do mundo que tenha suporte ao Google Maps. O cidadão poderá conferir as avaliações em um raio de um quilômetro da região em que se encontra através de celulares e poderá conferir as avaliações de qualquer região do mundo na web, ou da região onde se encontra, por meio de um smartphone. O aplicativo reuniu todos os “features” já utilizados por redes sociais, mas com foco no interesse público.</p>
<p>Fonte: <a  href="http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/aplicativo-para-rede-social-permite-avaliar-qualidade-das-cidades?page=1&#038;slug_name=aplicativo-para-rede-social-permite-avaliar-qualidade-das-cidades">http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/aplicativo-para-rede-social-permite-avaliar-qualidade-das-cidades?page=1&amp;slug_name=aplicativo-para-rede-social-permite-avaliar-qualidade-das-cidades</a></p>
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		<title>Para que SAC, se temos as Redes Sociais?</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 12:20:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe R.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cybersociedade]]></category>
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		<description><![CDATA[Está mais do que comprovado. As redes sociais são mais ágeis do que os SAC&#8217;s para solucionar os problemas dos consumidores.  Você imagina por quê? Veja o que diz Juliana Rios, superintendente do SAC do Santander: &#8220;Não existe mais a opção de não estar nas redes sociais. O efeito avassalador atinge todo mundo.&#8221;. Lembra o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_452" class="wp-caption alignright" style="width: 180px"><a  href="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2011/12/redes-sociais-sac.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-450" title="Não existe mais a opção de não estar nas redes sociais"><img class="size-medium wp-image-452" title="Não existe mais a opção de não estar nas redes sociais" src="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2011/12/redes-sociais-sac-300x253.jpg" alt="Não existe mais a opção de não estar nas redes sociais" width="170" height="144" /></a><p class="wp-caption-text">Não existe mais a opção de não estar nas redes sociais</p></div>
<p>Está mais do que comprovado. As redes sociais são mais ágeis do que os SAC&#8217;s para solucionar os problemas dos consumidores.  Você imagina por quê?</p>
<p>Veja o que diz Juliana Rios, superintendente do SAC do Santander: &#8220;Não existe mais a opção de não estar nas redes sociais. O efeito avassalador atinge todo mundo.&#8221;. Lembra o <a  href="http://www.cybersociedade.com.br/caso-brastemp-e-as-redes-sociais/" target="_blank">caso Brastemp</a>? Pois é.</p>
<p>A velocidade de conversação e ativismo na rede é muito alta. Tanto que uma empresa não pode se dar ao luxo de demorar muito ao responder aos seus clientes. Como a Juliana Rios mesma diz:  &#8220;A própria rede não permite responder no dia seguinte&#8221;.</p>
<p>O Santander definiu assim três metas para as redes sociais: Reclamações via Twitter devem ser atendidos em até duas horas. Via Faceboom, em até 24 horas. Via telefone, em até cinco dias úteis. (veja mais exemplos na reportagem &#8220;<a  href="http://www1.folha.uol.com.br/tec/989698-redes-sociais-sao-mais-ageis-que-sac-como-canal-de-reclamacao.shtml" target="_blank">Redes sociais são mais ágeis que SAC como canal de reclamação</a>&#8220;).</p>
<p>A Folha.com publicou alguns dados sobre como as redes sociais funcionam quando utilizadas pelos consumidores para reclamações. Veja abaixo:</p>
<p><a  href="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2011/12/redes-sociais-sac.gif" class="thickbox no_icon" rel="gallery-450" title="Redes Sociais mais ágeis do que SAC"><img class="alignleft size-full wp-image-451" title="Redes Sociais mais ágeis do que SAC" src="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2011/12/redes-sociais-sac.gif" alt="Redes Sociais mais ágeis do que SAC" width="635" height="2231" /></a></p>
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		<title>A Primavera Árabe e as Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 11:41:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe R.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciberativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cybersociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Facebook, Twitter e outras redes sociais desempenharam um papel considerável nos recentes movimentos contra a ditadura nos países árabes. Mas a internet também pode ser utilizada pelos líderes ameaçados para consolidar seu poder, afirmou a Anistia Internacional (AI) num informe publicado nesta sexta-feira. &#8220;Não há nenhuma dúvida de que as redes sociais tenham desempenhado um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Facebook, Twitter e outras redes sociais desempenharam um papel considerável nos recentes movimentos contra a ditadura nos países árabes. Mas a internet também pode ser utilizada pelos líderes ameaçados para consolidar seu poder, afirmou a Anistia Internacional (AI) num informe publicado nesta sexta-feira.</p>
<p>&#8220;Não há nenhuma dúvida de que as redes sociais tenham desempenhado um papel muito importante ao permitir que as pessoas se reúnam. Mas temos que ter sempre em mente que isso dá também, aos governos, a oportunidade de tomar medidas duras contra a população&#8221;, afirmou o secretário-geral da Anistia Internacional, Salil Shetty. A declaração coincide com a publicação do informe anual sobre a situação dos direitos humanos no mundo.</p>
<div id="attachment_433" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a  href="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Facebook-Egito.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-432" title="Facebook e Manifestante no Egito"><img class="size-medium wp-image-433" title="Facebook e Manifestante no Egito" src="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Facebook-Egito-300x225.jpg" alt="Facebook e Manifestante no Egito" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Facebook e Manifestante no Egito</p></div>
<p>&#8220;Os governos lutam para recuperar a iniciativa ou para utilizar essa tecnologia contra os militantes&#8221;, afirma o documento. A &#8220;primavera árabe&#8221;, que começou com a revolta na Tunísia no início do ano, derrubou o presidente que permanecia no poder havia 23 anos, Zine El Abidin Ben Ali, e depois o presidente egípcio, Hosni Mubarak. Mas em outros países do norte da África e do Oriente Médio, como Iêmen, Líbia ou Síria, as revoltas continuam sem conseguir derrubar seus líderes. &#8220;As forças de repressão lançaram um sério contra-ataque. Na Líbia, o regime do coronel Muamar Kadafi utilizou sistematicamente a internet e meios sociais muito sofisticados para reprimir a população&#8221;, ressaltou Salil Shetty.</p>
<p>A organização internacional também advertiu que as empresas que fornecem acesso à internet, os operadores de telecomunicações e as redes sociais correm o risco de se tornar cúmplices dos regimes, se forem utilizadas para espiar as ações dos ativistas e militantes, cortar as redes de telefonia móvel ou bloquear o acesso à internet. &#8220;Não devem se tornar marionetes ou cúmplices de governos repressivos que desejam sufocar a liberdade de expressão e espiar seu povo&#8221;, adverte o informe.</p>
<p>Na China, onde as autoridades temem um contágio da Primavera Árabe, o controle da internet, que já era firme, foi reforçado. &#8220;É uma tentativa de prevenir uma revolta do estilo das do Oriente Médio. O governo estendeu a ofensiva contra os ativistas&#8221;, adverte a Anistia. Mais de uma centena de ativistas, a maioria deles internautas ativos, desapareceram após um chamado lançado na rede em fevereiro convocando a população a se rebelar. Apesar do desenrolar &#8220;incerto&#8221; dos levantes em curso, a Anistia afirmou que a queda de ditadores e outras revoltas populares são motivo de otimismo para o futuro. &#8220;O gênio saiu da garrafa e as forças da repressão não podem voltar a prendê-lo&#8221;, disse Salil Shetty.</p>
<p>Fonte: <a  href="http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/na-primavera-arabe-internet-e-faca-de-dois-gumes">http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/na-primavera-arabe-internet-e-faca-de-dois-gumes</a></p>
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		<title>O Brasil e o Governo 2.0</title>
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		<pubDate>Sun, 22 May 2011 12:06:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe R.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cybersociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Governo 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Dilma Rousseff tem uma ‘penca’ de desafios a resolver agora que é presidente do Brasil, dentre eles, o da criação de um webestado, um governo 2.0 com a capacidade de aplicar conceitos da internet à gestão de serviços públicos, com a criação de aplicações que facilitem a vida do cidadão brasileiro. Existem diversas aplicações da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dilma Rousseff tem uma ‘penca’ de desafios a resolver agora que é presidente do Brasil, dentre eles, o da criação de um webestado, um governo 2.0 com a capacidade de aplicar conceitos da internet à gestão de serviços públicos, com a criação de aplicações que facilitem a vida do cidadão brasileiro.</p>
<p>Existem diversas aplicações da web 2.0 no setor governamental, tanto que o tema tem sido recorrente congressos voltados para a área pública. No Brasil, por exemplo, cresce a pressão por uma legislação flexível sobre a internet. Como consequência, o próprio governo deve começar a entender como utilizar a rede em benefício da população, diminuindo a tradicional morosidade e a burocracia que reinam por aqui.</p>
<p>Acredito que o primeiro desafio a ser superado com o apoio da web 2.0 é a questão da governança e da transparência ao cidadão. Outro, é o próprio aumento da participação cidadão sobre as decisões que interferem em todas as comunidades. Existe uma clara diferença entre promover o engajamento e simplesmente migrar serviços que tradicionalmente eram oferecidos fisicamente para a internet. O primeiro tem como pretensão clara entender o que o cidadão precisa. O segundo é apenas uma forma de desafogar as repartições públicas e gerar economia de papel.</p>
<p>A relação internet e governo não é modismo, como muitos chegaram a afirmar. Num momento em que grandes marcas migram para ações online e procuram entender o comportamento dos seus consumidores, falta tato do governo para se relacionar com aqueles que são a base da própria democracia. O Governo 2.0, conceitualmente, as novas tecnologias, principalmente as digitais, para melhorar a prática institucional pública e acompanhar as mudanças da sociedade.</p>
<p>Foi nas eleições de 2010 que o eleitor brasileiro realmente viu as relações com os seus candidatos mudarem na internet. Foi nessas eleições, que passou a ser possível, abertamente, a comunicação direta entre eleitor. Foi uma espécie de passe livre dado pelo governo para deixar de impedir aquilo o que, honestamente, não era mais possível de ser impedido: a comunicação clara e a expressão de opiniões dos eleitores em relação aos futuros eleitos.</p>
<p>Na verdade, quando se pensa em Estado Digital, tem-se a ideia um pouco pobre de que a internet serve apenas como um canal de solicitação de serviços, como a emissão de documentos. Num sentido mais amplo, ela é o próprio canal de comunicação entre os governantes e seus eleitores e deveria ser tratada como uma fonte de informação para a elaboração de políticas públicas realmente inclusivas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_447" class="wp-caption alignright" style="width: 203px"><a  href="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2011/12/governo-2.0-brasil.png" class="thickbox no_icon" rel="gallery-446" title="Governo 2.0"><img class="size-full wp-image-447" title="Governo 2.0" src="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2011/12/governo-2.0-brasil.png" alt="Governo 2.0" width="193" height="152" /></a><p class="wp-caption-text">Governo 2.0</p></div>
<p>Além de cidadãos, empresas também podem ver a internet como aliadas na hora de reivindicarem mais transparência de um governo 2.0 em relação à aplicação de recursos para o desenvolvimento de setores específicos, cobranças de impostos e outras decisões que têm impacto direto sobre a economia.</p>
<p>Não por acaso, democracias como a Coréia do Sul já possuem o E-People (Portal Online de Petições e discussões), onde o cidadão preenche um formulário e anexa sua proposta ou petição, que é então enviada à agência competente e pode checar o andamento do processo pelo próprio site, propor agendas, participar de debates em fóruns, responder pesquisas e dar sugestões sobre melhorias públicas. Porém, o existe um medo infantil dos governos em relação à internet, fato que ficou claro durante o vazamento de dados feito recentemente pelo Wikileaks.</p>
<p>De acordo com o site <a  href="http://www.igovbrasil.com/2008/06/pensando-governo-20.html" target="_blank">iGov Brasil</a>, os governos 2.0 têm por finalidade:</p>
<ul>
<li>Gestão centrada no cidadão: colocando o cidadão – suas necessidades, anseios e expectativas – no centro da configuração dos serviços públicos.</li>
<li>Governo único e em rede: a forma com que o governo se apresenta ao cidadão, mesmo organizado departamental e funcionalmente, deve representar metas e atitudes comuns.</li>
<li>Coprodução de serviços: modelo em que os usuários de serviços públicos participam de forma ativa no seu planejamento, adaptação e manutenção.</li>
<li>Funcionário web: a mudança tecnológica e ambiental impõe também a necessidade de mudança no modelo mental de trabalho, em níveis organizacionais e pessoais, sendo este último prioritário para a implantação de novas habilidades e atitudes baseadas na colaboração.</li>
<li>Facilidade de uso: os quesitos de usabilidade devem sofrer uma adaptação que considere a interatividade e participação do cidadão como fator de sucesso, ou seja, a comunicação ativa não se baseia mais em e-mail ou formulários, mas em inclusão de conteúdos em páginas de governo.</li>
<li>Novas métricas de qualificação dos serviços eletrônicos: será importante medir a qualidade dos serviços utilizando-se da métrica “satisfação do usuário” e a melhor utilização do meio adotado de prestação.</li>
</ul>
<p>Fonte: <a  href="http://www.network4b.com/2011/os-desafios-do-governo-2-0-no-brasil/">http://www.network4b.com/2011/os-desafios-do-governo-2-0-no-brasil/</a></p>
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		<title>Caso Brastemp e as Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Mar 2011 11:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe R.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cybersociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Viral]]></category>
		<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[O sr. Oswaldo, um consumidor da Brastemp como qualquer outro consumidor, teve um problema com sua geladeira. O que ele fez? Procurou técnicos, gastou com  com reparos e teve outras despesas sem obter nenhum sucesso. Procurou a autorizada da marca, que orçou o conserto em um valor no mínimo curioso. Dois meses depois, acertou com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_438" class="wp-caption alignright" style="width: 164px"><a  href="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2011/12/case-brastemp-midias-sociais.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-437" title="Case Brastemp e as Mídias Sociais"><img class="size-medium wp-image-438" title="Case Brastemp e as Mídias Sociais" src="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2011/12/case-brastemp-midias-sociais-300x216.jpg" alt="Case Brastemp e as Mídias Sociais" width="154" height="111" /></a><p class="wp-caption-text">Case Brastemp e as Mídias Sociais</p></div>
<p>O sr. Oswaldo, um consumidor da Brastemp como qualquer outro consumidor, teve um problema com sua geladeira. O que ele fez? Procurou técnicos, gastou com  com reparos e teve outras despesas sem obter nenhum sucesso. Procurou a autorizada da marca, que orçou o conserto em um valor no mínimo curioso. Dois meses depois, acertou com a autorizada trocar sua geladeira usada por uma nova, pagando a diferença entre as duas. Ele fez a troca e pagou, sendo que esperou por 20 dias para receber a geladeira nova, porém, passaram-se mais de 90 dias e nada.</p>
<p>O que você faria nessa situação?</p>
<p>O Sr. Oswaldo, como um cidadão que conhece seus direitos e tem acesso às ferramentas democráticas de informação, fez o que qualquer pessoa deveria fazer: Colocou a boca no trombone (ou em outras palavras, um vídeo no youtube). Reclamou publicamente, através do Youtube, sobre a Brastemp. Veja o vídeo:</p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/riOvEe0wqUQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Qual o resultado disso?</p>
<p>O vídeo foi visto por mais de 200 mil pessoas, virou trending topics no twitter, teve mais de 5 mil &#8220;curtir&#8221; e o apoio de milhares de outros consumidores brasileiros.</p>
<p>A Brastemp imediatamente entrou em contato com o Sr. Oswaldo e emitiu esse comunicado público:</p>
<p>“A Brastemp entrou em contato com o Sr. Oswaldo e esclarece que o caso foi solucionado no dia 24/01. Reconhecemos a nossa falha e lamentamos profundamente o acontecido.  Uma marca como a Brastemp vê a satisfação dos seus consumidores como sua principal motivação para o aprimoramento contínuo”.</p>
<p>A pergunta é:</p>
<p>Se você fosse o Sr. Oswaldo, você teria feito o mesmo que ele?</p>
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		<title>Casa Branca e o Governo 2.0</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Oct 2010 12:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe R.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cybersociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Governo 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[O governo federal americano pode ser muitas coisas, menos transparente. Como primeiro chief information officer (CIO) do país, Vivek Kundra está tentando levar a infraestrutura federal para a era da informática, disponibilizando livremente os dados do governo na internet. A tecnologia conseguirá revolucionar a forma de interagirmos com o governo? SCIENTIFIC AMERICAN: Todos sabem que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal americano pode ser muitas coisas, menos transparente. Como primeiro chief information officer (CIO) do país, Vivek Kundra está tentando levar a infraestrutura federal para a era da informática, disponibilizando livremente os dados do governo na internet. A tecnologia conseguirá revolucionar a forma de interagirmos com o governo?</p>
<p><strong></strong></p>
<div id="attachment_444" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a  href="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2011/12/eua-governo-2.0.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-443" title="Vivek Kundra, o czar de informática de Obama, pretende disponibilizar gratuitamente todas as informações na web"><img class="size-medium wp-image-444" title="Vivek Kundra, o czar de informática de Obama, pretende disponibilizar gratuitamente todas as informações na web" src="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2011/12/eua-governo-2.0-200x300.jpg" alt="Vivek Kundra, o czar de informática de Obama, pretende disponibilizar gratuitamente todas as informações na web" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Vivek Kundra, o czar de informática de Obama, pretende disponibilizar gratuitamente todas as informações na web</p></div>
<p><strong>SCIENTIFIC AMERICAN: Todos sabem que a Casa Branca tem uma página no Facebook. Fora isso, de que formas o governo usa a tecnologia para melhor servir os contribuintes?</strong></p>
<p>KUNDRA: O poder da tecnologia da informação (TI) vai muito além da abertura de um website ou da postagem de conteúdo no Facebook ou no Twitter. Eu vejo o Governo 2.0 como uma reengenharia fundamental da forma em que o povo americano interage com seu governo.</p>
<p>É só pensar no abismo que existe entre a experiência de alguém que entra na internet para fazer uma reserva de hotel ou comprar um livro na Amazon, e a de quem tenta interagir com o setor público. No setor público – seja para pagar impostos, solicitar bolsas de estudo ou benefícios do Seguro Social –, essa experiência envolve a apresentação de formulários de papel e a espera em filas ou ao telefone.</p>
<p>Parte do que estamos tentando fazer é redesenhar os sistemas e os processos de<em>back-end</em> para assegurar que a experiência do povo americano com o governo se aproxime da sua experiência com uma empresa do setor privado.</p>
<p><strong>Se partirmos do princípio de que grande parte dos problemas do governo está no serviço de atendimento ao público, como a tecnologia poderia ajudar?</strong></p>
<p>Infelizmente, muitas pessoas consideram reservas de hotel ou compras de livros via internet como uma forma trivial de aplicativos de atendimento ao cliente. O que elas não percebem é a complexidade desses sistemas de <em>back-end</em>. O governo não acompanhou a inovação, porque não sofre a mesma pressão darwiniana que você vê no setor privado. Parte do nosso empenho é garantir o fechamento do <em>gap</em> tecnológico.</p>
<p><strong>E você conseguirá isso colocando os bancos de dados do governo na internet?</strong></p>
<p>Isso é parte da tendência maior do que está acontecendo on-line. Veja o YouTube e a Apple. Mas o YouTube não saiu por aí criando todos aqueles vídeos. O site essencialmente construiu a plataforma; todo o conteúdo foi terceirizado. Com a Apple é a mesma coisa -a empresa não criou os aplicativos mais inovadores que você encontra no iPhone, eles também foram terceirizados.</p>
<p>Da mesma forma, o que tentamos fazer é descobrir como nos aproximar do governo como plataforma. Podemos usar a engenhosidade do povo americano e o habilitar para resolver alguns dos problemas e desafios mais difíceis que enfrentamos como país. Reconhecemos que o governo federal não tem o monopólio das melhores idéias, e que as melhores idéias não necessariamente estão circunscritas a Washington.</p>
<p><strong>Qual foi o resultado até agora?</strong></p>
<p>O Data.gov foi lançado há cerca de um ano com 47 <em>datasets</em> (conjunto de dados). Hoje, tem mais de 272 mil.</p>
<p>Mais importante que isso, temos estimulado os inovadores, os desenvolvedores e as organizações de defesa dos consumidores a usar esses dados de três formas: primeiro, para manter a transparência do governo; segundo, para criar novos aplicativos; e terceiro, para descobrir inovações no cruzamento de múltiplos <em>datasets</em>.</p>
<p><strong>O que você quer dizer com &#8220;inovações no cruzamento de múltiplos datasets&#8221;?</strong></p>
<p>Bem, como na vida, o verdadeiro valor está na intersecção de múltiplas disciplinas. Veja a música e a matemática. O mesmo acontece com dados.</p>
<p>Um exemplo muito simples: no ano 2000, o Ministério da Defesa decidiu parar de criptografar os dados de geoposicionamento por satélite; isso essencialmente originou a indústria de GPS. Na época, ninguém imaginaria poder ir a uma locadora de carro e, por cerca de dez dólares, alugar um aparelho GPS.</p>
<p>O mais interessante é que, agora, podemos combinar os dados em tempo real do GPS com dados de crimes ou de assistência médica. De repente, os cidadãos obtiveram melhores serviços, maior <em>insight</em> sobre como funciona a sociedade, e um governo apto a servir o povo americano de forma mais inteligente.</p>
<p><strong>No entanto, &#8220;aberto&#8221; não é exatamente o paradigma do governo. Apenas como exemplo, em 2001 o então secretário da Justiça, John Ashcroft, mandou um memorando aos chefes das agências federais pedindo que bloqueassem o maior número possível de requerimentos apoiados na Lei de Liberdade de Informação, que obriga o governo a abrir seus arquivos quando requisitado. Como reverter essa postura e institucionalizar o esforço de governo aberto?</strong></p>
<p>No seu primeiro dia na presidência, Obama emitiu um memorando que nos desafiava a adotar os princípios de transparência, participação e abertura em tudo o que fizéssemos. Estamos mudando o paradigma de um setor público fechado, furtivo e opaco para um modelo aberto, transparente e participativo. E cada agência foi encarregada de liberar <em>datasets</em> importantes, ricos em informação, como parte da diretiva de governo aberto.</p>
<p><strong>Que benefícios práticos resultaram da abertura desses dados?</strong></p>
<p>Tenho dois exemplos muito específicos do que acontece quando o governo age às claras. O primeiro é sobre economia de custos. No setor privado, um terço dos projetos de tecnologia de informação é abandonado por mau desempenho. No setor público, nunca extinguimos nada.</p>
<p>Mas agora lançamos o Information Technology Dashboard, que publica dados sobre todos os principais investimentos em TI do governo dos EUA. Logo que entramos em operação, o Departamento de Assuntos dos Veteranos de Guerra suspendeu 45 projetos de TI, dos quais 12 foram extintos. Esses 12 representaram uma economia aproximada de US$ 54 milhões. Há poucas semanas, suspendemos mais de 30 sistemas financeiros do Gabinete de Gestão e Orçamento que estavam com cronogramas atrasados e orçamentos estourados, e economizamos cerca de US$ 3 bilhões anuais. E na semana passada extinguimos um sistema financeiro do Departamento dos Veteranos que, além do atraso do cronograma, ultrapassava o orçamento em US$ 400 milhões. Esses são exemplos de prestação de contas como resultado da abertura das operações.</p>
<p>O segundo exemplo refere-se a aplicativos. Assim que liberamos os dados de aviação do Ministério dos Transportes, a Sunlight Foundation, organização sem fins lucrativos que defende a transparência do governo, iniciou uma disputa para o desenvolvimento de aplicativos. Um dos resultados da concorrência entre desenvolvedores foi o aplicativo FlyOnTime.us, que fornece dados como o horário médio de decolagem e aterrissagem de cada voo do país, além do tempo real de espera nos aeroportos.</p>
<p>Com uma equipe de oito alunos, o professor James A. Hendler, do Rensselaer Polytechnic Institute, está desenvolvendo alguns dos mais criativos aplicativos baseados na Web Semântica para analisar informações de todo o setor público. Os aplicativos permitem, por exemplo, ver quem está visitando a Casa Branca, onde alocamos recursos de ajuda externa e como estamos nos saindo em termos de meio ambiente e assistência médica.</p>
<p>Esses aplicativos são verdadeiramente inovadores. Teríamos de gastar milhões de dólares para nós mesmos criá-los, com resultados muito inferiores. Apesar de o governo ter mais de 24 mil sites, alguns desses aplicativos nos mostram como podemos destrinchar os dados disponíveis para oferecer aos clientes uma experiência muito melhor do que fizemos até agora.</p>
<p><strong>Os EUA hoje enfrentam enormes desafios, como segurança energética, aquecimento global, assistência médica e déficit de longo prazo. A abertura da TI federal terá um impacto real sobre as grandes questões, ou será apenas um paliativo?</strong></p>
<p>Acho que terá um tremendo impacto também sobre as questões políticas. Se pensarmos em termos históricos, a tecnologia mudou fundamentalmente a equação. Nos tempos antigos, as pessoas se reuniam na praça pública, a Ágora, para apresentar petições ao governo e conduzir seus negócios. Hoje, como nunca fizemos antes, podemos realmente criar uma praça pública digital e acompanhar de perto como nosso governo funciona. Com essa vasta gama de dados sobre todos os aspectos das operações do governo &#8211; de assistência médica a meio ambiente e educação -, podemos mudar nosso debate e focalizar mais os fatos e a ciência do que conjeturas.</p>
<p>Pense no sistema de assistência médica. Hoje, se você entra na internet, pode comparar produtos de consumo, comparar a autonomia dos carros, ou comparar câmeras em termos abertura e preço. Em relação à assistência médica, no entanto, sempre foi muito difícil comparar um hospital a outro, ou um médico a outro.</p>
<p>O Ministério da Saúde e Serviços Humanos manteve durante anos um site chamado Hospital Compare, que na verdade não era acessado pela população. Mas isso mudou depois que os dados foram democratizados no portal de busca Bing.</p>
<p>Hoje, se você digitar o nome de um hospital no Bing.com, saberá, por exemplo, qual o seu índice médio de aprovação entre os pacientes e poderá compará-lo ao de outros hospitais. Antes, para obter esses dados, seria preciso enfrentar uma vasta burocracia.</p>
<p>Fonte: <a  href="http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/casa_branca_quer_criar_o_governo_2_0.html">http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/casa_branca_quer_criar_o_governo_2_0.html</a></p>
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		<title>Governo 2.0 para uma Sociedade 2.0</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 16:42:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe R.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos vivendo em uma época de rápidas mudanças, e a internet tem sido uma das principais forças que impulsionam boa parte das mudanças. Depois que, em 2004, o termo Web 2.0 surgiu e a partir daí, conseguimos entender que não era só uma moda ou uma nova bolha, mas sim, a forma como o ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos vivendo em uma época de rápidas mudanças, e a internet tem sido uma das principais forças que impulsionam boa parte das mudanças. Depois que, em 2004, o termo <a  href="http://www.cybersociedade.com.br/tag/web-2-0/" target="_blank">Web 2.0</a> surgiu e a partir daí, conseguimos entender que não era só uma moda ou uma nova bolha, mas sim, a forma como o ser humano se comporta nessa nossa Era do Conhecimento, começaram a surgir novos termos, como <a  href="http://blog.marcelomatos.com/web-20-e-saude-20-como-entender-o-mundo-em-que-vivemos-hoje-parte-2/" target="_blank">Saúde 2.0</a>, <a  href="http://www.slideshare.net/jcterra/governo-20-gestao-do-conhecimento-e-inovacao-web-20" target="_blank">Governo 2.0</a>, e agora, e tempos de eleições, Eleições 2.0.</p>
<div id="attachment_424" class="wp-caption alignright" style="width: 232px"><a  href="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2010/06/governo-20.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-421" title="Governo 2.0 - Finalmente, democracia?"><img class="size-medium wp-image-424" title="Governo 2.0 - Finalmente, democracia?" src="http://www.cybersociedade.com.br/wp-content/uploads/2010/06/governo-20-296x300.jpg" alt="Governo 2.0 - Finalmente, democracia?" width="222" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Governo 2.0 - Finalmente, democracia?</p></div>
<p>Se estamos em uma Sociedade 2.0, onde o cidadão está cada vez mais participativo na rede, interagindo via twitter, blogs, facebook e outras mídias sociais com os políticos, cobrando deles, nada mais justo do que exigir um Governo 2.0.</p>
<p>O IGov Brasil, em um <a  href="http://www.igovbrasil.com/2008/06/pensando-governo-20.html" target="_blank">artigo sobre o Governo 2.0</a>, explica o que podemos esperar de um Governo 2.0:</p>
<ul>
<li>Gestão centrada no cidadão</li>
<li>Governo único e em rede</li>
<li>Coprodução de serviços</li>
<li>Funcionário web</li>
<li>Facilidade de uso</li>
<li>Novas métricas de qualificação dos serviços eletrônicos</li>
<li>Aplicações para a melhoria de serviços públicos</li>
<li>Aplicações para a melhoria de políticas públicas</li>
</ul>
<p>Temos vistos muitos exemplos de inovações na gestão pública através de ferramentas 2.0, como mostra o artigo &#8220;<a  href="http://webinsider.uol.com.br/2010/03/15/da-web-2-0-para-governo-2-0-pelas-midias-sociais/" target="_blank">Da web 2.0 para o governo 2.0 pelas mídias sociais</a>&#8220;, seguindo, mesmo que tardiamente, uma mudança que é inevitável. O <a  href="http://governo.terraforum.com.br/Pages/estudoweb.aspx" target="_blank">relatório criado pelo TerraForum</a> também mostra uma série de exemplos no Brasil e no mundo sobre o Governo 2.0. A pergunta então é: Haverá, de fato, um Governo 2.0? Ou simplesmente se parecerá, externamente, 2.0, mas na prática, continuará a mesma coisa?</p>
<p>Os candidatos, nestas eleições de 2010, estão apostando muito na rede. Dilma, José Serra, todos já realizando campanhas no twitter, youtube&#8230; hoje mesmo será o lançamento da rede social utilizada pelo candidato José Serra para se criar um &#8220;Governo Colaborativo&#8221;, como ele mesmo chama. É a rede &#8220;<a  href="http://propostaserra.ning.com/" target="_blank">Proposta Serra</a>&#8220;. Admiro a estratégia, mas&#8230; ela será, em um primeiro momento, apenas para especialistas, e não para a população em geral.</p>
<p>Mudar a tecnologia mas não mudar o método não adianta nada, como o vídeo da postagem &#8220;<a  href="http://www.cybersociedade.com.br/inclusao-digital/" target="_blank">Inclusão Digital?</a>&#8221; mostra.</p>
<p>Assim, pergunto a vocês:</p>
<p>Mesmo diante das mudanças no governo e das inovações que tendem para um Governo 2.0, vocês acreditam ser possível, implantar na prática, um 2.0 na Gestão Pública?</p>
<p>Como vocês poderiam propor um Governo 2.0? E se fossem candidatos, como fariam estas Eleições 2.0?</p>
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