Filosofia, Tecnologia e Neurociência

Estas três áreas parecem que nada tem em comum. Mas com a evolução da tecnologia e das neurociências, percebemos o quanto temos que refletir filosoficamente sobre o mundo, a realidade, a linguaguem e o conhecimento para entendermos mais sobre nós, pois ainda não temos esta resposta sendo dada pela ciência.

Em 1996, a neurocientista Jill Taylor sofreu um derrame, e hoje, depois de se recuperar, conta em palestras e em seu livro, “A cientista que curou seu próprio cérebro“, como foi a experiência.

Vale a pena assistir a sua palestra dada no TED, legendada em português. Assistam abaixo as três partes e deliciem-se com os mistérios do ser humano:

Parte 1:

Parte 2:

Parte 3:

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1 Comentário(s) para este post

  1. Anonymous Disse:

    A questão é que, a menos que eu tenha uma hemorragia cerebral ou tome um chá de cogumelo (nirvana), minha parte esquerda sentirá fome, frio…em fim existirá! Sim, devemos usar o lado direito, sobretudo para fazer política com vistas a superar a desgraça que envolvem ambas as partes, aqui e agora!

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