Transhumanismo – Seremos escravos da tecnologia?

Transhumanismos - Cada vez mais livres, ou cada vez mais escravizados?

Transhumanismos - Cada vez mais livres, ou cada vez mais escravizados?

O Transhumanismo é a tese que defende que a espécie humana se deve desenvolver a níveis maiores, seja fisicamente, mentalmente ou socialmente, usando métodos racionais e através do grande avanço tecnológico e científico. A premissa principal do transhumanismo é que somos biologicamente limitados, mas podemos ultrapassar esses limites biológicos, expandindo-os, através do uso das mais diversas tecnologias.

Um dos principais defensores do Transhumanismo é o filósofo Nick Bostrom, da Universidade de Oxford.

O vídeo abaixo é um bom exemplo de um mundo transhumanista:

Claro, diversas questões morais podem ser levantadas. Hoje sabe-se que é possível controlar a tecnologia acoplada a nós, como uma prótese, através da emissão de sinais eletricos do cérebro para a tecnologia. Mas o caminho inverso também ocorre: a tecnologia pode enviar sinais eletricos diretamente para o nosso cérebro. Até que ponto uma empresa poderá controlar à distância a sua prótese, e assim, indiretamente, o nosso cérebro?

O vídeo abaixo mostra o caos de um mundo transhumanista, onde só há uma empresa e muito interesse político em jogo:

Será que devemos prosseguir as pesquisas e avanços científicos que nos levam a uma cybersociedade, a um mundo transhumanista, ou devemos dar um basta nos avanços tecnológicos, em busca da mais simples humanidade biológica?

obs: Ambos os vídeos fazem parte da divulgação do jogo Deus Ex.

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2 Comentário(s) para este post

  1. Max Diniz Cruzeiro Disse:

    POESIA (Transhumanismo)

    Luzes da demência

    O poeta quer direitos iguais
    Para os cidadãos puros demais
    As vozes ladram para longe
    E voltam em sintonias tribais,… d’onde?

    Elas delatam, agridem e comprimem o ser
    Como se fosse proibitivo ver
    Sem noção, sem ideia, sem razão
    Se vão.

    Tristes, pensamentos insistem em ter
    A mesma face que se vê não cativa ser…
    O mesmo homem que há minutos era
    Noção de homem cativo impera.

    Vulgos pensamentos tortos
    De tortuosas mentes ‘mortas’?!
    A repetida freqüência branda
    Que a mim não mais engana.

    Neurônios que de tardio encontro
    Adormecidos na mente voltam de encontro,…
    Com a freqüência branda fazendo elos ao relento
    Lembrança, pensamento insano e desalento.

    Depois vem a calmaria
    Como os olhos da virgem Maria
    E novamente a freqüência branda
    Trazer à tona – no cérebro -: a banda.

    Vulga razão serena do existir
    Não mais um ser: múltiplos por vir
    De conexões e máquinas integrando
    A emoção à fria razão robótica cunhando…

    Constelações de mentes interligadas
    A essência das máquinas instaladas
    Na imensidão do universo fluindo
    Canções de fluídos surgindo.

    A psicologia não mais é paciente
    Nem mais inconseqüente
    Onde o mudo é ouvido
    E o surdo é sentido.

    A psiquiatria não mais reivindica
    A posse da cura que indica
    Pois a máquina critica e corrige
    A mente do ausente: dirige.

    Salve, salve os anos 50,…
    Que estar porvir?!
    De anos bem vividos,…
    Divididos na monotonia de uma sala dividida…

    O transtorno já era,… Memória de um neurograma sincero.
    Coisas de uma era.,… Onde o controle interno do pensamento encerro…
    Feixes de luzes,… Controlados por circuitos integrados…
    Neurônios eficazes,… Que em conjunto são fechados.

    A dor já é medida,…
    O pensamento se equilibra
    Uma ponta a outra o cérebro não mais vacila
    Pois é finda a agonia como argila.

    Então a incompreensão aflora,…
    No princípio a degola.
    De não reconhecer a demência.
    Pois todos não a querem embora.

    Os homens das máquinas choram…
    Sua invenção ao controle colaboram,…
    Por motivos utópicos os ‘loucos’ se alegram,…
    Mas os normais – a culpa – degolam.

    Salve, salve os anos 90,…
    Que estar porvir!
    De anos bem vividos,…
    Divididos na compreensão interna de tudo que foi vivido…

    Não existe mais culpa,…
    Sereno é mundo como uma lupa.
    Onde nada mais é escondido.
    Salve,… salve a verdadeira história humana.
    Como nesta poesia que ao final a rima desanda.

    Autor: Max Diniz Cruzeiro

    Referência:

    http://www.lenderbook.com/peca2/abertura.htm
    Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=Sltx_4xXSrE

  2. luciano Disse:

    A negação da tecnologia em prol “de uma humanidade biológica mais simples” poderia levar a um futuro ainda mais complicado e sombrio, apesar de tudo o que se possa dizer em contrário. Imagine 7 bilhões de pessoas vivendo como índios num planeta já irreversivelmente alterado. O que se precisa pra resolver os problemas que estão aí é de mais conhecimento científico e tecnológico, e não menos…

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